O fatalismo é e sempre foi levado em consideração, principalmente pelas pessoas “comuns”. Todavia, o capitalismo, acompanhado de seus outros dois parentes próximos: o utilitarismo e o pragmatismo, nos faz crer que, somos o que queremos. Mesmo que não tenha sido essa a intenção, o filme em questão concita-nos ao menos a considerar uma questão: há alguém nos governando (talvez o amor), e nossas “escolhas” só fazem seguir uma margem pequena de possibilidades. Será? Excelentes interpretações de Joaquin Phoenix e Mark Ruffalo, vale muita apena, principalmente para uma nação com pouca ou nenhuma ética, como é o caso da nossa. Cacau 30.10.2011
Ethan (Joaquin Phoenix) e Grace Learner (Jennifer Connelly) estão voltando para casa com seus filhos, Josh (Sean Curley) e Emma (Elle Fanning). Antes de entrar no carro Josh pegou alguns vaga-lumes e os prendeu em um pote. Já durante a viagem de retorno ele pergunta à mãe se pode ficar com eles, com ela respondendo que seria melhor soltá-los pois caso contrário morreriam. A família faz uma parada durante a viagem, onde Josh aproveita para saltar do carro para soltar os vaga-lumes. Simultaneamente Dwight Arno (Mark Ruffalo), um advogado divorciado, está voltando para casa com seu filho, Lucas (Eddie Alderson), após assistirem ao vivo uma partida do Red Sox. Dwight perde a direção do carro por um instante e atropela Josh, sem parar para socorrê-lo. Ethan vê o carro e seu condutor em um relance, mas corre para socorrer o filho. O garoto morre, o que faz com que Ethan desenvolva uma obsessão em encontrar e punir o culpado. Como a polícia não consegue encontrá-lo Ethan decide procurar uma empresa de advogados, sendo encaminhado para ser auxiliado por Dwight.

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