quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

NÃO ME ABANDONE JAMAIS



Ficha Técnica:


Lançamento: 18 de março de 2011 ; Dirigido por: Mark Romanek; Com: Carey Mulligan, Andrew Garfield, Keira Knightleymais; Gênero: Drama, Romance; Nacionalidade : Reino Unido, EUA.




Sinopse:


Ruth (Keira Knightley), Tommy (Andrew Garfield) e Kathy (Carey Mulligan) cresceram juntos em um internato cheio de disciplinas rígidas nas questões da alimentação e na manutenção do corpo saudável. Criados, praticamente, sem contato com o mundo exterior na misteriosa escola, os três sempre foram muito unidos, mas uma revelação surpreendente sobre doação de órgãos e o objetivo de suas vidas pode mudar o rumo da história. Ainda mais pelo clima de romance entre Ruth (Keira) e Tommy (Andrew) incomodar cada vez mais Kathy (Carey).


Comentário:


Por: Claudio Fernando Ramos – Natal-RN, 16/01/2013. Cacau “:¬)


Quando comecei a assistir ao longa, mais de quinze minutos havia passado desde o seu início (telecine touch); navegava na internet e ao ouvir as primeiras palavras percebi que esse era um filme que valeria a pena assistir. O filme parece sugerir a existência de uma sociedade tolerante para com a, delicadíssima e imoral, clonagem de seres humanos. A clonagem de humanos, no filme, tem como finalidade específica: a manutenção de doadores de órgãos para os não clonados. O que chama a atenção é a mais completa ausência de discussões sobre a moralidade do fato em si; o filme mostra a realidade do ponto de vista dos clonados e esses, portadores de uma passividade que incomoda e envoltos com seus próprios problemas pessoais e cotidianos, deixam toda a reflexão, bem assim como todo o juízo de valor para os que assistem. Esse longa me faz recordar um grande sucesso do cinema na década de oitenta: Blade Runner – O caçador de Androides. Guardada as devidas proporções, ambos nos trazem questões relacionadas à bioética: ao homem cabe, por intermédio da ciência, brincar de Deus? O filme serve, principalmente, para a galera universitária, tão havida em mudar e estabelecer parâmetros. Cacau “:¬)     

terça-feira, 15 de novembro de 2011

MALCOM X

Sentir-se constrangido, amedrontado, covarde, em pânico, angustiado, abandonado, revoltado, com sede de vingança... Isso não é diferente com nenhum ser humano. Porém, cada um tem formas peculiares de sentir essas coisas. Com os negros isso é sempre intenso. Alex Haley, Spike Lee e Denzel Woshington. Nessa mesma ordem: escritor, diretor e ator (todos negros), nos apresentam razões para sentirmos tudo isso e muito mais, em pouco mais de três horas de um longa que, sem receios, eu recomendo. Cacau

sábado, 5 de novembro de 2011

Filocine: RESGATANDO CONCEITOS

Filocine: RESGATANDO CONCEITOS: Há princípios que nunca deveriam ser negligenciados! Para além da vitória, existe o humano que a busca. Essa é a fronteira final. É isso o q...

RESGATANDO CONCEITOS

Há princípios que nunca deveriam ser negligenciados! Para além da vitória, existe o humano que a busca. Essa é a fronteira final. É isso o que de fato conta, mesmo que não saibamos disso. Cacau



SINOPSE:
Bill Paxton é mais conhecido pelo seu trabalho de ator e já participou de diversos filmes como Titanic, Poderoso Joe, Limite Vertical e Thunderbirds, porém esse já é seu terceiro longo e é baseado numa história real e emocionante. No mais famoso torneio de golfe do mundo, o US Open, um jovem jogador desbanca um dos mais conceituados jogadores de todos os tempos. O caso aconteceu em 1913, quando o mundo passava pelo terror da Primeira Guerra Mundial. Todos os entusiastas do esporte davam como certa a vitória do já conceituado campeão Harry Vardon (de Rei Arthur) até que o novato Francis Ouimet (Shia LeBeouf de Eu, Robô) com apenas 20 anos apareceu e surpreendeu o mundo. O filme conta um pouco da trajetória dos dois jogadores desde a infância até o dia em que eles se enfrentaram nessa partida histórica.

domingo, 30 de outubro de 2011

Escolhas Detinadas

O fatalismo é e sempre foi levado em consideração, principalmente pelas pessoas “comuns”. Todavia, o capitalismo, acompanhado de seus outros dois parentes próximos: o utilitarismo e o pragmatismo, nos faz crer que, somos o que queremos. Mesmo que não tenha sido essa a intenção, o filme em questão concita-nos ao menos a considerar uma questão: há alguém nos governando (talvez o amor), e nossas “escolhas” só fazem seguir uma margem pequena de possibilidades. Será? Excelentes interpretações de Joaquin Phoenix e Mark Ruffalo, vale muita apena, principalmente para uma nação com pouca ou nenhuma ética, como é o caso da nossa. Cacau 30.10.2011
Ethan (Joaquin Phoenix) e Grace Learner (Jennifer Connelly) estão voltando para casa com seus filhos, Josh (Sean Curley) e Emma (Elle Fanning). Antes de entrar no carro Josh pegou alguns vaga-lumes e os prendeu em um pote. Já durante a viagem de retorno ele pergunta à mãe se pode ficar com eles, com ela respondendo que seria melhor soltá-los pois caso contrário morreriam. A família faz uma parada durante a viagem, onde Josh aproveita para saltar do carro para soltar os vaga-lumes. Simultaneamente Dwight Arno (Mark Ruffalo), um advogado divorciado, está voltando para casa com seu filho, Lucas (Eddie Alderson), após assistirem ao vivo uma partida do Red Sox. Dwight perde a direção do carro por um instante e atropela Josh, sem parar para socorrê-lo. Ethan vê o carro e seu condutor em um relance, mas corre para socorrer o filho. O garoto morre, o que faz com que Ethan desenvolva uma obsessão em encontrar e punir o culpado. Como a polícia não consegue encontrá-lo Ethan decide procurar uma empresa de advogados, sendo encaminhado para ser auxiliado por Dwight.